Empregos da indústria beneficiam 100 mil pessoas

Brasília – A Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo) esteve representada na audiência pública da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta quinta-feira, 8, em Brasília. Durante três minutos, o presidente da entidade, Gualter Baptista Júnior, defendeu o combate ao contrabando como meio de viabilizar a manutenção dos empregos na indústria.

“Considerando o número de empregos diretos – cerca de 40 mil trabalhadores na indústria do tabaco -, em todo o Brasil são 100 mil pessoas beneficiadas com estes postos de trabalho. A manutenção deles é muito importante”, disse o presidente da Fentifumo. Ele tratou do tema durante a audiência pública realizada pela Anvisa, em Brasília.

O presidente da Fentifumo destacou a importância do combate ao contrabando, questionando dados da agência. “Está se comemorando a redução do consumo de cigarro no Brasil, porém estes dados não são exatos. O consumo aumenta, especialmente dos produtos contrabandeados, os quais o governo não tem controle”, destaca.

De acordo com o presidente da federação, é necessário que o governo federal amplie a fiscalização para coibir o contrabando de cigarros no Brasil, ação vital para manutenção dos empregos na indústria legal. “Eu convido os participantes a conhecerem a família de um produtor de tabaco e de um trabalhador da indústria, para que entendam a importância da cadeia produtiva para a economia e para geração de empregos”, reforçou o presidente da Fentifumo.

A audiência da Anvisa ocorreu nesta quinta-feira, em Brasília, para discutir a liberação dos cigarros eletrônicos no Brasil. Assim como as demais entidades que defendem a cadeia produtiva do tabaco, a Fentifumo esteve representada no evento. Uma nova audiência pública deverá ser realizada no próximo dia 27, em Brasília, novamente.

Fentifumo participa de audiência na Casa Civil

Brasília – A Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Fumo e Afins (Fentifumo), participou nesta quinta-feira, 8, de uma audiência no gabinete do ministro-chefe da Casa Civil, Onix Lorenzoni. O encontro foi orquestrado pelo deputado federal Marcelo Moraes, como forma de sensibilizar o governo federal às restrições à cadeia produtiva do tabaco, assim como os riscos que o contrabando imprime à atividade legal da indústria brasileira e o reflexo destas ações na redução de postos de trabalho na cadeia produtiva.

De acordo com o presidente da Fentifumo, Gualter Baptista Júnior, o encontro com o ministro Onix Lorenzoni serve para apresentar as dificuldades que o setor, acentuadas pelas constantes sanções de decretos e normas restritivas ao consumo de derivados de tabaco, prejudicando toda a cadeia produtiva. “Pedimos que a Casa Civil seja solidária a cadeia produtiva do tabaco, em meio a todas as perseguições sofridas por empresas legalmente constituídas. Não queremos que os trabalhadores da indústria engrossem esta triste estatística do Brasil, que tem 13 milhões de desempregados”, frisa o presidente.

De acordo com o presidente da Fentifumo, cada vez que o governo federal edita algum tipo de restrição a produção de tabaco, acaba fortalecendo o mercado ilegal e enfraquecendo mais ainda a cadeia produtiva legalmente organizada. “Apresentamos a ele esta nossa preocupação com todas as restrições e projetos, que refletem nas empresas e geram riscos aos empregos e a economia do tabaco.”

A reunião foi marcada horas antes da audiência pública, realizada pela Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa), para discutir a liberação do cigarro eletrônico no Brasil. “Após apresentarmos estas demandas do setor, para sensibilizar o governo sobre as perdas de postos de trabalho, formos para audiência da Anvisa”, complementa o presidente da Fentifumo. Segundo o presidente, o ministro Onix Lorenzoni demonstrou preocupação com a mobilização da cadeia produtiva, sensível a pauta apresentada por entidades do tabaco.

Além do deputado Marcelo Moraes e dos deputados Alceu Moreia e Heitor Schuh, o senador Luiz Carlos Heinze participou da audiência na Casa Civil. Representando a cadeia produtiva, ao lado da Fentifumo estavam o presidente da Câmara Setorial do Tabaco, Romeu Schneider, do tesoureiro da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco), Giovane Wickert, o presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Benício Werner e o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo), Carlos Galant. Ainda na comitiva, o vereador de Santa Cruz do Sul, Mathias Bertrand também participou da agenda na Casa Civil.

Fentifumo segue em busca de apoio ao setor de tabaco

Brasília – O presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo), Gualter Baptista Júnior segue em agenda em Brasília, na busca de apoio ao setor produtivo do tabaco. Nesta quinta e sexta-feira, ocorrerão reuniões nos gabinetes de deputados federais, para apresentação da pauta da entidade, que luta pela manutenção dos empregos nas indústrias do segmento.

“O recesso parlamentar termina na segunda-feira, no entanto, os gabinetes que estamos visitando, têm assessores e é com eles que estamos agendando reuniões e futuros encontros”, destaca. Conforme o presidente da Fentifumo, a intenção é mobilizar deputados que são sensíveis à causa do tabaco, para manutenção de emprego e renda na cadeia. “Notamos a perda de postos de trabalho nas indústrias do tabaco, e esta perda é reflexo de todas as restrições impostas à produção, comercialização e consumo de cigarros no Brasil.”

O presidente da federação foi a Brasília para representar os trabalhadores do setor na reunião ordinária da Câmara Setorial do Tabaco. O órgão que é vinculado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), tem papel consultivo nas decisões do Mapa e do próprio governo federal. A reunião ocorreu nesta quarta-feira. “Foi uma agenda muito positiva, existem várias pautas em discussão, as principais estão relacionados ao combate ao contrabando, que é um dos responsáveis pela redução de contratações na indústria.”

O presidente acrescenta que o segundo tema diz respeito ao projeto de lei 769/2015, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), que, segundo ele, impõe sérias dificuldades para a continuidade da atividade produtiva de tabaco no Brasil. “Esta medida prejudica as empresas legalmente constituídas e a cadeia produtiva como um todo.”

A próxima reunião da Câmara Setorial do Tabaco – a última de 2019 -, está marcada para o mês de outubro, e será realizada na Bahia. O estado é um dos maiores produtores de charutos no pais. “Será uma oportunidade de conferirmos também como se organiza a produção e a indústria baianas”, complementa o presidente da Fentifumo.

Fentifumo representa trabalhadores em Brasília

Santa Cruz do Sul – A Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo) participará, na próxima quarta-feira, da reunião ordinária da Câmara Setorial do Tabaco – órgão vinculado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Brasília. O evento tratará de temas como o projeto de lei 769/2015, do Senado, para restrição completa à publicidade do cigarro, assim como o acordo comercial Europa – Mercosul.

Segundo o presidente da Fentifumo, Gualter Baptista Júnior, a federação preocupa-se com os desdobramentos negativos, com o aumento às restrições à comercialização de cigarros, e o prejuízo que pode ser gerado à cadeia produtiva. “Olhamos com atenção estas questões, pois há um cuidado com os trabalhadores e suas famílias que sobrevivem da produção e beneficiamento de tabaco e cigarros”, pontua. O presidente irá participar do encontro, que ocorre na sala de reuniões do Mapa, das 9 às 13 horas, na próxima quarta-feira, dia 31.

Além de confirmar presença na audiência da Câmara Setorial do Tabaco, o presidente da Fentifumo aproveita a ida a Brasília para visitar deputados e senadores em busca de apoio a causa do tabaco e aos trabalhadores que atuam na cadeia produtiva. “É preciso estreitar o diálogo com lideranças que defendem o setor. Muitos parlamentares dizem que apoiam a produção do tabaco, iremos confirmar estes posicionamentos”, reforça.

O presidente da federação frisa que o contato com lideranças precisa ser constante, assim como a atuação da Fentifumo e das demais entidades ligadas ao tabaco. “A visão é trabalhar para além da representatividade dos trabalhadores das indústrias do tabaco, mas sim, pela cadeia como um todo, que gera emprego, renda e é extremamente importante para geração de prosperidade.”

Segundo ele, o contrabando é um dos principais problemas do segmento, pois gera prejuízo ao governo, que arrecada menos impostos, e reflete de forma negativa no mercado de trabalho. “Os trabalhadores, as indústrias, todos perdem. Todos aqueles que são legalmente constituídos perdem com o contrabando, é prejudicial para o setor como um todo, e isto precisa ser combatido”, complementa. 

Fentifumo participa da COP 7 na Índia

O Presidente, Sr. José Milton Kuhnen na plenária da COP7, participando na condição de ouvinte no dia 07/11/2016 na Índia.

Abaixo você confere vários momentos desta participação:

O Presidente, Sr. José Milton Kuhnen participando de reunião com o Senhor Embaixador do Brasil Tovar da Silva Nunes, na Sede da Embaixada Brasileira na Índia, juntamente com a delegação Brasileira representante da Cadeia Produtiva do Tabaco, no dia 10/11/2016.

O Presidente, Sr. José Milton Kuhnen com o Senhor Embaixador do Brasil Tovar da Silva Nunes, na Sede da Embaixada Brasileira na Índia, no momento em que expressa sua preocupação com o impacto das decisões que vierem a ser tomadas na COP7, contribuindo para o aumento do mercado ilegal de cigarros e a consequente redução nos empregos no setor.

Fentifumo mobiliza sindicatos para o enfrentamento à pandemia

Santa Cruz do Sul – A Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo) esteve reunida com as lideranças sindicais nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, para o alinhamento estratégico das ações para o ano de 2021. Com o avanço dos casos de contaminação com o coronavírus, e as medidas restritivas adotadas especialmente no Sul do Brasil, as entidades foram convocadas as acompanhar de perto as medidas adotadas, para que a Fentifumo possa intervir em defesa dos trabalhadores, caso seja necessário.
O presidente da Federação Gualter Baptista Júnior explica que as medidas de distanciamento para o controle do avanço da pandemia da Covid-19 – necessárias à preservação da vida – poderão repercutir em novas decisões que impactem nos empregos dos trabalhadores. “Ao exemplo do que já acontece, com um retardamento da contratação dos safreiros do tabaco em várias unidades fabris, reduções de jornada, ou até mesmo outras medidas podem afetar a categoria ali na frente”, projeta.
Baptista Júnior diz que este alinhamento com os sindicatos filiados ajudará em uma possível tomada de decisão ou estratégia, que neste caso será encampada pela Fentifumo, para a proteção dos trabalhadores, que somam mais de 40 mil em todo o país. “Queremos criar um engajamento uniforme entre a federação e os sindicatos, para seguirmos na manutenção da empregabilidade em nosso segmento.”
Além das visitas aos sindicatos, a Fentifumo liderou a negociação salarial entre a unidade da BAT Brasil (ex-Souza Cruz) em Cachoeirinha e o sindicato local, para o reajuste dos trabalhadores. O reajuste ficou em 100% do repasse do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado nos últimos 12 meses em fevereiro. O percentual ainda não foi divulgado, no entanto, deverá ficar acima dos 5,35% de janeiro. “Mesmo em um cenário de incerteza conseguimos ampliar a margem, pois a empresa queria oferecer apenas 80% do índice. Além disso, garantimos um reajuste de 9% no vale-alimentação, passando de R$ 220,00 para R$ 240,00”, salienta o presidente da Fentifumo.

O tropeço na Covid-19

Pelo segundo ano consecutivo, o mundo todo, e especialmente o setor produtivo do tabaco, tropeça na pandemia do coronavírus. Preocupados observamos o atraso nas contratações, percebemos a safra primorosa que ainda não deslanchou e tentamos manter viva a centelha da esperança nos dias melhores novamente.
A pandemia nos trouxe várias lições – e parte deste legado acaba sendo positivo – como as práticas sanitárias que adotamos. A “descoberta” do teletrabalho das novas formas de estar presente. Do cuidado e do empenho da indústria em cooperar com a manutenção da saúde de seus colaboradores e da necessidade de mantê-los ativos de alguma forma.
O vírus também cumpriu um papel de polícia, de Justiça, fiscalizadora e repressora ao contrabando, que teve seus índices reduzidos a patamares menores, favorecendo a própria produção legal e nacional, açoitada diariamente pelo flagelo do contrabando e do descaminho, que no setor industrial do tabaco são tão perigosos quanto a Covid-19 e toda a sua devastação.
Porém, novamente tropeçamos. O obstáculo que nos faz titubear impede que a nossa safra de excelente qualidade possa colocar a todo o vapor as nossas fábricas que têm a necessidade de processar, fabricar e comercializar para todo o mundo. O ano de 2021 deveria ser de uma retomada histórica, por conta da própria pandemia que impediu negócios já em 2020.
O tropeço da Covid nos faz esbarrar na projeção de empregos, de um “velho” normal, com trabalhadores empregados, esteira cheia de tabaco, comida na mesa e impostos fazendo com que nossa região continue pujante.
O que nos faz levantar deste tropeço está ligado à própria força da nossa mão de obra, que se dobra, mas não quebra. São homens e mulheres que trabalham com dedicação para fazer deste setor um dos mais fortes da Região Sul. Na potência da indústria legal que enfrenta uma “pandemia” por ano para combater o descaminho e cumprir com as exigências de legislação e restrições ao produto. Força que é reflexo do trabalho no campo, que de sol a sol mobiliza famílias a planejarem um amanhã melhor, mais rico e cheio de vida.
Esta é, sobretudo, a força que nos leva a crer que logo ali adiante levantaremos deste pequeno tropeço, que nos leva a refletir mais uma vez sobre importância do cuidarmos uns dos outros, para que no futuro que se avizinha, nossos planos e projetos desta safra, e de todas as outras que hão de vir sim, tornem-se de fatos ações e realizações concretas. Vamos levantar novamente, não esqueçamos disso, é só um tropeço.

*Gualter Baptista Júnior
Presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo) e Mestre em Administração

Trabalhadores do tabaco aprovam 5,20% de reajuste

Santa Cruz do Sul – O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Stifa) e a Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo) concluíram o processo de negociação coletiva para os trabalhadores da indústria cuja data-base de reajuste é o mês de dezembro. A categoria aprovou 5,20% de repasse, referente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado de dezembro de 2019 a novembro de 2020.

O presidente eleito do Stifa Gualter Baptista Júnior explica que a partir das assembleias ocorridas com trabalhadores da ATC, Premium e Universal Leaf, a categoria aceitou as propostas das empresas para a correção salarial para este ano. “O Stifa já finalizou a data-base de novembro, com as negociações concluídas com a BAT Brasil (ex-Souza Cruz) e JTI. Agora também concluímos a data-base de dezembro”, destaca.

O índice de correção usado – 5,20% – também foi aplicado em benefícios sociais como a cesta básica e outros proventos, que variam de acordo com cada empresa. O ano encerra para o sindicato com todos os reajustes negociados e aprovados. Isto porque a última empresa a aplicar o reajuste é a Philip Morris Brasil, cuja data-base é janeiro. Os trabalhadores aprovaram a negociação passada, que previa o reajuste automático para dois anos. “A negociação realizada no início do ano determina o repasse integral do INPC, mais 0,5% de ganho real. Agora esperamos apenas a divulgação do índice acumulado de janeiro a dezembro deste ano, que ainda não é conhecido, para apenas aplicar o reajuste destes trabalhadores”, exemplifica.

Apenas Rio do Sul fica pendente

Já a Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo) praticamente concluiu as negociações coletivas para o ano de 2020, com seus sindicatos filiados. Por meio da Fentifumo, os sindicatos de Uberlândia, em Minas Gerais, Rio Negro, no Paraná, Araranguá, em Santa Catarina e Santa Cruz do Sul (Stifa) já encerraram as negociações nas datas-bases de 2020.

Capitaneadas pela Fentifumo, as negociações com trabalhadores de Venâncio Aires também já foram concluídas, restando apenas os trabalhadores de Rio do Sul, em Santa Catarina, que ainda não realizaram as suas assembleias finais. “A data-base de dezembro ficará para o próximo ano, pois a assembleia geral dos trabalhadores, que tem data marcada para o próximo mês de janeiro”, destacou Gualter Baptista Júnior, que é presidente da Fentifumo.

Souza Cruz e JTI propõem 4,77% de reajuste aos trabalhadores

Santa Cruz do Sul – A Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo) e o sindicatos filiados receberam as propostas feitas pelas empresas JTI e Souza Cruz, para o reajuste dos trabalhadores da indústria do tabaco. As empresas propõem o repasse integral do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acumulado em outubro, em 4,77%. Outros benefícios também terão correções, que variam de acordo com cada empresa.

Após uma semana acompanhando as negociações com os sindicatos filiados à Fentifumo em Santa Catarina, o presidente da federação, Gualter Baptista Júnior confirmou a proposta formalizada pelas empresas JTI e Souza Cruz, cuja data-base de reajuste anual da categoria é no mês de novembro. “Conseguimos garantir o repasse do índice, sem ganho real, porém, com a reposição total da inflação acumulada no período”, avalia Baptista Júnior.

Segundo ele, outros benefícios como a cesta básica, auxílio odontológico e ticket ao orientador agrícola também serão reajustados, em percentuais diferentes em cada uma das empresas. “Podemos considerar como um avanço, pois mesmo em um ano de crise e de dificuldades tamanhas como está sendo o 2020, a inflação será repassada de forma integral.”
A partir de agora, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul (Stifa) e os demais filiados precisam organizar suas assembleias com os trabalhadores para votação da proposta. “Uma vez homologada pela categoria, as empresas farão o repasse imediato do reajuste, já nos vencimentos de novembro”, projeta o presidente da Fentifumo.

Demais fumageiras seguem tendência do INPC

Com exceção de Souza Cruz e JTI, que têm data-base em novembro e a Philip Morris Brasil, cujo reajuste ocorre sempre a partir de janeiro, todas as demais indústrias do setor deverão garantir o repasse integral do INPC, referente ao referente ao acumulado de dezembro de 2019 a novembro de 2020. Este índice é aguardado para a primeira quinzena de dezembro. “Assim que este percentual for conhecido, haverá a proposta formal das empresas. A partir de então, os sindicatos filiados e a Federação dão segmento as assembleias para apreciação com os demais trabalhadores”, explica o presidente.

“Está pendente ainda o percentual de ganho para quem trabalha à noite, e tem sobre o salário a incidência do adicional noturno. Quando este parâmetro for fechado, as empresas irão encaminhar aos sindicatos e à Fentifumo, para darmos sequência a este processo também”, destaca o presidente da Fentifumo.

Fentifumo e sindicatos dão início a negociações em Santa Catarina

Santa Cruz do Sul – Na próxima semana, a Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo) participa das rodadas de negociação com os sindicatos filiados em Santa Catarina. Os encontros contemplarão os trabalhadores das empresas Souza Cruz e JTI, cuja data-base de reajuste é o mês de novembro. Na mesma agenda, ocorrerá um encontro com representantes das demais indústrias que têm o mês de dezembro fixado como limite ao reajuste.

O presidente da Fentifumo Gualter Baptista Júnior irá acompanhar as agendas que iniciam na próxima terça-feira, 10, com a reunião entre os sindicatos e a JTI. Na próxima quarta-feira será a vez da Souza Cruz e sindicatos sentarem para negociar. “Na quinta-feira, todas as outras empresas – exceto a Philip Morris, cuja data-base é janeiro – receberão as propostas dos trabalhadores”, diz Baptista Júnior.

Conforme o presidente, a pauta comum entre todos os trabalhadores é o repasse da inflação acumulada no período, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). “Existem pequenas variações, de empresa para empresa, como reajuste da cesta básica, do auxílio-creche e manutenção de plano odontológico. Cada sindicato tem propostas nesta linha”, aponta.

Outra questão comum na pauta dos sindicatos e federação está a manutenção dos empregos – tanto aos trabalhadores sazonais, quanto para os efetivos – aos trabalhadores pertencentes aos grupos de risco do novo coronavírus. Na última safra, vários trabalhadores foram afastados das linhas de produção, por conta das restrições da pandemia da Covid-19. “Esta é uma bandeira defendida pela Fentifumo, que agora será levantada em Santa Catarina também, para incluir os trabalhadores que pertencem aos grupos de risco no quadro de contratados da próxima safra”, destaca o presidente da Fentifumo.

Trabalhadores querem INCP e 1% de ganho real

Santa Cruz do Sul – Os trabalhadores das indústrias do tabaco já finalizaram a primeira proposta de reajuste salarial que será apresentada na negociação coletiva de 2020. A Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo Afins (Fentifumo) apresenta na próxima semana o pedido de repasse integral da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INCP) do período, mais 1% de ganho real sobre as remunerações.

O presidente da Fentifumo, Gualter Baptista Júnior explica que os trabalhadores destacam dois pontos considerados essenciais nas negociações com cada uma das indústrias. “Entre as cláusulas econômicas, o destaque ficou com o repasse integral do acumulado da inflação do INCP, com o acréscimo de 1%. Esta é a proposta inicial formalizada pelos trabalhadores, nas assembleias que ocorreram dentro das empresas Souza Cruz e JTI”, pontua.

A o segundo ponto convergente entre a categoria diz respeito a manutenção dos contratos – seja para trabalhadores de safra, os sazonais, seja para efetivos – para pessoas dos grupos de risco do novo coronavírus. “Junto dos sindicatos filiados, seguimos mobilizados para que os trabalhadores com mais idade ou doenças que são fator de risco à Covid-19 não sejam excluídos no próximo ano”, complementa Baptista Júnior.

Na próxima semana a Fentifumo entregará as propostas aprovadas pelos trabalhadores as empresas Souza Cruz e JTI. Após este ato, as indústrias devem analisar os pleitos dos trabalhadores, e na sequência propor uma nova reunião entre a Fentifumo e os sindicatos, para que seja feita a análise da proposta patronal. “Ainda não sabemos como serão feitos estes processos, se iremos realizá-los na indústria, como foram feitos os primeiros encontros em outubro. A nossa intenção, no entanto, é concluir o processo até novembro, data-base dos trabalhadores destas duas empresas”, declara o presidente da Fentifumo.

Em dezembro devem ocorrer as negociações com todas as demais empresas, exceto a Philip Morris, cuja data-base das convenções e negociações coletivas é o mês de janeiro.

Fentifumo e sindicatos vão às indústrias realizar assembleias

Santa Cruz do Sul – A Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo) dará início, nesta semana, às assembleias de pauta com os trabalhadores, para dar início às convenções coletivas da categoria. Na quarta-feira, a federação e o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul (Stifa), realizam assembleias na Souza Cruz e JTI.

O presidente da Fentifumo Gualter Baptista Júnior explica que é interesse da entidade promover a discussão com a categoria, no entanto, o cuidado com saúde dos trabalhadores ainda é o mais importante. A própria federação havia sugerido às empresas que não realizassem as assembleias enquanto houvesse o risco de contaminação com o novo coronavírus, repassando a correção salarial do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), nas datas-bases dos trabalhadores, e após, no ano que vem, realizassem os processos presenciais.

Com a negativa das empresas, a solução encontrada foi utilizar os protocolos criados dentro das fábricas para então promover as assembleias de pauta. “Pela primeira vez iremos realizar estas assembleias dentro das indústrias, será um momento de chamar o trabalhador para criar a pauta de reivindicação deste ano”, complementa o presidente.
Com data-base para o mês de novembro, trabalhadores da Souza Cruz e JTI são os primeiros a realizarem a assembleia de pauta no novo formato. “No turno da manhã discutiremos com os colegas da Souza Cruz, à tarde é a vez dos trabalhadores da JTI. Destas assembleias resultarão as propostas de benefícios e reajuste para discussão nas negociações”, esclarece o presidente da Fentifumo.

Após as assembleias de Santa Cruz do Sul, para Souza Cruz e JTI, a Fentifumo reúne-se com os sindicatos de Rio Negro, Tubarão e Rio do Sul, que já realizaram as assembleias de pauta com os trabalhadores, para dar sequência ao processo de construção das negociações com a as empresas.

Garantia de emprego ao grupo de risco

Uma das pautas a serem trabalhadas pela Fentifumo, da qual a federação não abrirá mão, nas negociações salariais deste ano diz respeito à manutenção dos empregos nas indústrias do tabaco. Pauta permanente na luta pela continuidade do emprego aos 40 mil trabalhadores no país, neste ano sobe de tom. A necessidade de preservar os empregos trabalhadores de sazonais e efetivos que estão nos grupos de risco do novo coronavírus tornou-se uma necessidade. “Temos que garantir que estres trabalhadores não serão discriminados e nem ficarão à margem do mercado de trabalho a partir de agora”, destaca Baptista Júnior.

Desde o início da pandemia do novo coronavírus – em março desde ano – que a Fentifumo acompanha as ações em favor da saúde, mas focada também na manutenção dos postos de trabalho. “Nós queremos garantias que estes trabalhadores não ficarão sem suas oportunidades, no caso dos sazonais, assim como os que fazem parte do quadro efetivo não podem perder seus empregos. Esta, sem dúvida será uma pauta nestas negociações”, antecipa o presidente.

Fentifumo quer garantia de contratação de temporários dos grupos de risco

Santa Cruz do Sul – A Federação Nacional dos Trabalhadores das Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo) acompanha de perto com seus sindicatos filiados, a preparação das negociações coletivas para o dissídio de 2020/2021. A exigência, por parte das indústrias, em realizar as assembleias de pauta e de negociação de forma presencial esbarra também na garantia de emprego a todos os trabalhadores sazonais do tabaco. Intenção da entidade é criar uma cláusula para garantir o acesso a todos os trabalhadores do setor.

O presidente da Fentifumo, Gualter Baptista Júnior, destaca que existe a necessidade de assegurar as contratações de trabalhadores sazonais de maneira global, sem a exclusão de mão de obra dos chamados grupos de risco, mais sensíveis à infecção da Covid-19. “Um dos itens da pauta serão estas contratações. Queremos saber como as empresas se posicionam a respeito destas contratações sazonais já na próxima safra. Precisamos que estes trabalhadores, colocados neste grupo de maior vulnerabilidade, tenham acesso ao trabalho”, justifica.

O presidente da federação alerta para a necessidade de inclusão desta mão de obra, e que a contratação desta parcela dos trabalhadores precisa ser acertada nas negociações que se aproximam. “O percentual de trabalhadores sazonais oscila nos três estados do Sul. Estimamos que seja algo em torno de 10 a 15%, com pequenas variações entre estados”, projeta.

Baptista Júnior explica que é dever da Fentifumo e dos sindicatos filiados é evitar que ocorra qualquer tipo de segregação destes trabalhadores por conta da pandemia e de protocolos de segurança restritivos, uma vez que o país caminha para a estabilidade e declínio no número de casos e novas infecções com a doença. “Não podemos admitir que haja qualquer prejuízo aos trabalhadores, especialmente à sua dignidade, por isso estamos fazendo este acompanhamento”, complementou o presidente da Fentifumo.

Relembre o caso

No fim de agosto, a federação e os sindicatos associados propuseram às indústrias que, ao invés das assembleias e reuniões de negociação dos dissídios coletivos, em cada data-base da categoria, a indústria fizesse o repasse do índice acumulado dos últimos 12 meses do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

A primeira data-base é novembro, para funcionários da Souza Cruz e JTI. Na sequência são as demais empresas, que precisam finalizar as negociações em dezembro. Já em janeiro de 2021, é a data-base dos empregados da Philip Morris. Até o momento, nenhuma empresa apresentou alternativas aos sindicatos, para a realização das assembleias com os trabalhadores.

Fentifumo vê com apreensão necessidade de assembleias

Santa Cruz do Sul – A Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo) vê com apreensão a negativa das indústrias do tabaco para não realização das assembleias de pauta e negociações com trabalhadores para os dissídios de 2021. A proposta da federação e seus sindicatos filiados era para o repasse do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), na data-base de cada empresa e região.

De acordo com o presidente da Fentifumo, Gualter Baptista Júnior, cada um dos sindicatos terá que organizar-se para cumprir o rito exigido pelas empresas. “Estamos falando de eventos com muitas pessoas, que agora, durante a pandeia, deviam ser evitados. Teremos que criar mecanismos para realizar estas reuniões e poder tocar o processo sem prejuízo aos trabalhadores”, justifica.

A proposta da categoria era fazer o repasse imediato da inflação, medida pelo INPC de cada data-base e, após passada pandemia, ou com situações sanitárias mais seguras, a partir do próximo ano, dar sequência ao processo. “No entanto teremos que estudar como fazer, pois são pelo menos dois momentos com a presença dos trabalhadores. Primeiro, na assembleia de pauta, na qual se discute o que será pedido às empresas. Depois, a assembleia de votação, com a proposta dos empregadores”, destaca o presidente da Fentifumo.

Além de ter que organizar estes eventos de forma segura, os sindicatos e a federação têm o calendário correndo na direção contrária. Com datas diferenciadas, as primeiras assembleias deveriam ser realizadas para trabalhadores da Souza Cruz e JTI, cujo dissídio é novembro. Na sequência são as demais empresas, em dezembro, e em janeiro de 2021, é a data-base dos empregados da Philip Morris. “As empresas retornaram dizendo que preferiam buscar uma alternativa às negociações. A Federação alegou ainda que as dificuldades de se fazer assembleia, mesmo quando se tomam os cuidados de distanciamento, no entanto, não avançamos”, pontua o presidente da Fentifumo.

A Fentifumo irá acompanhar os sindicatos filiados para a realização das assembleias, como propõem as empresas, no entanto, acredita que poderão ocorrer prejuízos, no que se refere ao cumprimento de datas e cronogramas para as datas de cada empresa. “Estamos avaliando de que forma realizar estes eventos, uma vez que precisamos contar com a presença dos trabalhadores, mas sob hipótese nenhuma podemos colocá-los em risco sanitário”, complementa Baptista Júnior.

Fentifumo sugere repasse do INPC aos trabalhadores do tabaco

Santa Cruz do Sul – Preocupada com a pandemia do novo coronavírus e a inviabilidade de realização de eventos coletivos de trabalhadores a Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo) sugeriu a não-realização temporária das assembleias negociações presenciais. O processo que se aproxima de data realização seria suspenso até que ocorra o fim da pandemia. Em contrapartida, a entidade solicitou o repasse do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), medido nos últimos 12 meses conforme data-base. O reajuste seria uma compensação temporária, até que autoridades de saúde liberem reuniões e eventos coletivos.

O presidente da Fentifumo, Gualter Baptista Júnior, destaca que a medida tinha por objetivo promover uma reposição – mesmo que temporária – à categoria. “Para que o trabalhador não fique então sem ter uma recomposição salarial nós sugerimos o repasse do INPC, e logo assim que houver possibilidade, nos reunimos para discutir outras pautas e cláusulas referentes aos dissídios coletivos”, destaca.

Com datas diferenciadas, as primeiras assembleias deveriam ser realizadas para trabalhadores da Souza Cruz e JTI, cujo dissídio é novembro. Na sequência são as demais empresas, em dezembro, e em janeiro de 2021, é a data-base dos empregados da Philip Morris. “As empresas retornaram dizendo que preferiam buscar uma alternativa às negociações. A Federação alegou ainda que as dificuldades de se fazer assembleia, mesmo quando se tomam os cuidados de distanciamento, no entanto, não avançamos”, pontua o presidente da Fentifumo.

Agora, federação e sindicatos estudam como realizar o processo, dividido em três partes. Primeiro é necessária a assembleia de construção de pauta – na presença dos trabalhadores – em cada um dos sindicatos. Após esta etapa, se faz a mesa de negociação, com as empresas, para a apresentação das propostas. Por fim, deve ser feita a assembleia para validar o que a negociação com a empresa apurou. “É um desafio muito grande que temos pela frente, mas como as empresas não gostariam de fazer apenas a correção da inflação, estamos agora avaliando. A entidade reuniu-se com seus sindicatos na última sexta-feira, para definir como faremos este processo”, complementou.

Federação quer garantia de contração em 2021

Outro aspecto relacionado à pandemia do novo coronavírus tem preocupado a Fentifumo e seus sindicatos filiados. O afastamento de trabalhadores que são de grupos de risco para o novo coronavírus. “Não queremos correr o risco de ter trabalhadores excluídos dos processos de contratação, em caso de fim da pandemia”, pontua o presidente.

A intenção da Fentifumo e dos sindicatos é acompanhar o processo seletivo dos temporários para que não ocorram restrições aos trabalhadores das indústrias. “Estes trabalhadores que foram colocados nos grupos de risco pelas autoridades de saúde não podem ser preteridos em futuras contratações”, complementou Baptista Júnior.