Reajuste dos trabalhadores da JTI fecha em 2,75%

Santa Cruz do Sul – A Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo) e os Sindicatos que representam os trabalhadores das indústrias de tabaco caminham para conclusão dos acordos coletivos da categoria para o ano de 2019. A Federação e os Sindicatos já encerraram a negociação com a JTI, fechando o reajuste dos salários em 2,75%. Nesta semana a negociação com a Souza Cruz deverá ser retomada, assim como com as demais empresas cuja data-base é dezembro. Com a Philip Morris, a primeira rodada de reuniões foi realizada na última segunda-feira.

Conforme o presidente da Fentifumo, Gaulter Baptista Júnior, o reajuste dos empregados da JTI leva em consideração a inflação do último ano, mais o ganho real aprovado pela categoria. “Este percentual de 2,75% engloba o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) – fechado em 2,55%, referente a correção dos últimos doze meses e um ganho real de 0,20%. A negociação foi aceita pelos Sindicatos e já está valendo”, destaca.

A Souza Cruz – ainda em discussão – ofereceu aos trabalhadores um aumento de 3%, 2,55% referente à correção do INPC, mas o ganho real de 0,45%. “A proposta segue em análise por dois sindicatos filiados à Fentifumo. O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo do Alto Vale do Itajaí (Sintifavi), de Rio do Sul, em Santa Catarina, e o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul (Stifa), ainda não aprovaram a proposta em assembleia”, pontua o presidente da Fentifumo.

Segundo Baptista na próxima quarta-feira (11/12) deve ocorrer a assembleia de trabalhadores no Stifa, em Santa Cruz do Sul, para a avaliação da proposta de reajuste das empresas com data-base em dezembro. “Na última segunda-feira, abrimos a negociação com a empresa Philip Morris, cuja data-base de reajuste dos trabalhadores é janeiro”, complementa o presidente da Fentifumo.

Expectativa de uma safra com retenção de mão de obra

A Fentifumo está otimista com os eventos que marcam a movimentação da cadeia produtiva do tabaco que nesta semana. A negociação do preço do tabaco pago ao produtor, que terá início nesta terça-feira, por parte da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e as indústrias, é tema relevante também aos trabalhadores indústrias. “Estamos acompanhando esta negociação que começa agora, pois ela impacta em todo o setor. Dela também depende o sucesso da próxima safra”, justifica.

Já na sexta-feira ocorre a abertura da Colheita do Tabaco, no município de Arroio do Tigre. A Fentifumo tem a expectativa para uma grande safra demandada de qualidade, colocando o Brasil como um grande produtor mundial de tabaco. “O sucesso da safra será sentido em todos os segmentos, confirmando o Brasil como um grande fornecedor de tabaco ao mundo, fortalecendo assim a indústria que irá contratar mais, viabilizando também a retenção dos trabalhadores nas linhas de produção”, avalia o presidente da Fentifumo.  

Avança negociação entre sindicatos e fumageiras

Santa Cruz do Sul – As negociações para as convenções coletivas dos trabalhadores nas indústrias do tabaco seguem o cronograma programado. Na última semana, as empresas JTI e Souza Cruz receberam a proposta dos sindicatos e devem se manifestar sobre o pedido dos trabalhadores. Nesta semana, categoria reúne-se com empresas cujos acordos têm data-base em dezembro. A Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo) segue acompanhando as rodadas realizadas.

Conforme o presidente da Fentifumo, Gualter Baptista Júnior, as empresas receberam a proposta inicial e devem emitir um parecer para os trabalhadores, que tem como data-base da negociação salarial o mês de novembro. “Conversamos com as empresas, e apresentamos a proposta mínima para JTI e Souza Cruz. Agora, na próxima semana, deveremos levar as respostas das empresas para os trabalhadores”, destaca.

Além da Federação, os sindicatos que representam os trabalhadores, entre eles, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação (Stifa), com sede em Santa Cruz do Sul, acompanham todas as rodadas de negociação.

Com as propostas já entregues, a expectativa agora é que as empresas – JTI e Souza Cruz – encaminhem uma contraproposta à categoria. “A partir desta confirmação, poderemos fazer as assembleias com os trabalhadores, já nesta semana”, avalia o presidente da Fentifumo.

A partir desta semana também, terá início a negociação com as empresas que tem, com seus funcionários, a data-base de reajuste fixada em dezembro. “São as empresas Alliance One, ATC, CTA. Iremos abrir a negociação com elas, nesta semana ainda. A próxima será a Philip Morris, que tem, com seus colaboradores, a data fixada em janeiro.”

Fentifumo conhece produção de charutos e cigarrilhas na Bahia

Cruz das Almas (BA) – A Federação Nacional dos Trabalhadores das Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo) esteve representada na última reunião da Câmara Setorial do Tabaco, ocorrida nesta terça-feira (22), no município de Cruz das Almas, no interior da Bahia. O evento teve como pauta a apresentação de números da produção do setor e discutiu as ações de restrição ao consumo de cigarro no Brasil.

Conforme o presidente da Fentifumo, Gualter Baptista Júnior, o encontro serviu para que as entidades da região Sul pudessem conhecer a realidade da fabricação de produtos derivados de tabaco na Bahia, voltada para a produção de charutos. “Trata-se de uma realidade bem diferente, porém tradicional e importante para esta região. A comitiva da Câmara Setorial foi visitar duas fábricas de charutos e cigarrilhas, na região próxima ao município de Cruz das Almas. No entanto, a região tem uma grande produção artesanal destes produtos. Esta produção é relevante para a economia local, sobretudo, pela renda e postos de trabalho que são gerados”, destaca.

Segundo o presidente da Federação, as informações foram apresentadas pelo Sindicato da Indústria do Tabaco do Estado da Bahia (Sinditabaco-BA). Já o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (Sinditabaco), com sede em Santa Cruz do Sul também apresentou informações sobre o trabalho para manutenção do jovem no campo, por meio da atuação do programa “Crescer Legal”. Além da representatividade da indústria processadora, a Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) também participou do debate, apresentando temas sobre tramitação de leis e questões regulatórias sobre o setor do tabaco.

A Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco), e a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) também estiveram presentes ao evento. “A Afubra mostrou os números da safra 2018/2019 e projeta o cenário para a cadeia produtiva. Para nós da Fentifumo, é muito importante integrarmos esta representatividade que o setor do tabaco tem em nível nacional. Estamos juntos para somar esforços em favor do nosso mercado”, reforça.

A terceira reunião da Câmara Setorial do Tabaco encerra a atividade da entidade no ano de 2019. O órgão representa a cadeia produtiva junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), junto ao governo federal. “Estamos unidos a todas as discussões que envolvem o setor produtivo, pois estamos em defesa dos empregos e da manutenção dos postos de trabalho dos mais de 40 mil trabalhadores nas indústrias do tabaco”, complementa o presidente da Fentifumo.

Fentifumo acompanha debate sobre a cadeia produtiva do tabaco

Bento Gonçalves – O auditório do Dall’Onder Grande Hotel, de Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, foi o espaço escolhido para debater os rumos da produção de tabaco frente aos desafios da atividade. O evento “Desafios, Oportunidades e a Transformação no Agronegócio Familiar”, realizado pela Souza Cruz, contou com a participação de diversas lideranças da cadeia produtiva, e entre elas, a Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo), ratifica a necessidade de coesão entre os elos do setor.

De acordo com o presidente da Fentifumo, Gualter Baptista Júnior, discutir a produção do tabaco sempre é um tema que desperta o interesse de todos os entes da cadeia produtiva organizada. “Questões como a produção nas pequenas propriedades rurais, a sucessão, por parte dos jovens no campo e a transformação dos empregos nas indústrias, pela própria inclusão do cigarro eletrônico, são todos temas desafiadores para o setor”, comenta.

O presidente da Federação ressalta ainda que além dos desafios da agricultura e da modernização das linhas de produção na indústria, tanto o setor tabaco, quanto a economia nacional vivem em uma nova realidade. “Ainda não sabemos de que forma o cigarro eletrônico, a transformação da indústria e o momento econômico do país impactarão nos empregos da indústria. A continuidade e o crescimento da atividade e a retenção do jovem no campo passam pela valorização da produção legal do tabaco.”

O evento contou com a presença do secretário da Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Fernando Schwanke. Conforme o presidente da Fentifumo, Schwanke apresentou o panorama da pequena propriedade, e os próprios desafios do Mapa, no que se refere à cadeia produtiva do tabaco. “Foi um debate muito rico, do qual nós pudemos participar e reforçar que a Fentifumo, que representa os trabalhadores da indústria segue ao lado de lideranças, em prol do desenvolvimento e manutenção da atividade no setor”, complementa Baptista Júnior.

Na próxima semana, a Federação e os sindicatos a ela vinculados realizam a primeira reunião para apresentar a proposta de reajuste, prevista na convenção coletiva da categoria. O encontro, com representantes das empresas JTI e Souza Cruz está marcado para a quarta-feira, 2 de outubro, em Florianópolis, em Santa Catarina. Da reunião deverá sair à pauta de reivindicações dos trabalhadores e o índice de correção dos salários. A data-base da categoria é 1º de novembro próximo.

Fentifumo inicia pauta de negociação do reajuste dos trabalhadores

Santa Cruz do Sul – Na próxima quinta-feira, a Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo) reúne-se com Sindicatos que são vinculados à Federação, nos três estados do Sul, para dar início a pauta de reajuste salarial, referente ao acordo coletivo para o ano de 2020. A data-base de reajuste da categoria é 1º de novembro. O encontro ocorre na cidade de Florianópolis, em Santa Catarina. Nesta rodada, serão definidas as propostas que serão encaminhadas a JTI e Souza Cruz.

Conforme o presidente da Fentifumo, Gualter Baptista Júnior, a intenção é construir pauta inicial, na qual, ainda não estão definidos percentuais de reajuste, tampouco pedidos de ganhos aos trabalhadores nas indústrias do tabaco. “É a primeira reunião, o primeiro encontro. A partir dele, abriremos as negociações para o reajuste anual da categoria”, aponta.

O presidente da Federação salienta que é necessário dar início a esta negociação, pois o acordo coletivo vigente encerra em 31 de outubro próximo. “Vamos formatar a pauta com as justificativas, acompanhados dos sindicatos que na Região Sul representam os trabalhadores e estão vinculados à Fentifumo. Precisamos recuperar o poder de compra dos trabalhadores, que nos últimos anos vem sendo reduzido”, reforça o presidente.

Segundo o dirigente, outra preocupação da Fentifumo está relacionada com a redução de postos de trabalho, ocorrida nos últimos meses provocada, especialmente, pelo contrabando de cigarros no Brasil. “Entendemos que um colaborador que trabalha motivado é aquele que recebe um salário bom. Por conta disso também estamos unidos nesta causa.”

A reunião entre a Fentifumo e os sindicatos ocorre na próxima quinta-feira, dia 19, em Florianópolis, em Santa Catarina. O próximo encontro, que ocorrerá já com a apresentação das propostas de reajuste está marcado, com as mesmas empresas, para o dia 2 de outubro. Nesta data, também em Florianópolis, ocorre a entrega da pauta para JTI e Souza Cruz.

A partir de novembro serão realizadas as rodadas de negociação com dirigentes das empresas Universal Leaf, e as demais processadoras de tabaco da região. Com a Philip Morris Brasil, as negociações iniciam em janeiro de 2020.

Fentifumo acompanha fechamento das unidades da Souza Cruz em Santa Catarina

Blumenau (SC) – A direção da Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo) está em Santa Catarina, acompanhando os desdobramentos causados pelo fechamento de duas unidades da empresa Souza Cruz. A usina de beneficiamento de tabaco, que funcionava em Blumenau e a unidade de compra de tabaco, instalada em Sombrio, tiveram suas operações encerradas na última terça-feira, 3. A Fentifumo, que representa os trabalhadores das indústrias, por meio dos sindicatos filiados, acusa de negligência do governo federal, pela ineficiência no combate ao contrabando.

De acordo com o presidente da Fentifumo, Gualter Baptista Júnior, que está em Santa Catarina, a decisão de encerrar as atividades nas duas cidades mostra que a indústria legal perde força diante do contrabando de cigarros no Brasil. “O setor de tabaco, mais uma vez, sofre um golpe com este anúncio, de fechamento de duas unidades da Souza Cruz. Plantas tradicionais, que faziam parte da história destas duas cidades em Santa Catarina”, destaca.

Para o presidente da Fentifumo, o mais assustador na decisão da Souza Cruz, que atribuiu o fechamento das duas plantas por conta de um ajuste, para continuar competitiva no mercado, é o fato de que a causa real poderia ser evitada pelo governo federal. “É certo que esta decisão está ligada ao mercado ilegal de cigarros. A Fentifumo se solidariza com as famílias dos funcionários que perderam seus empregos, e ao final do mês, não terão mais a dignidade do salário”, destaca o presidente.

Segundo ele, estas demissões somam-se ao montante de 13 milhões de desempregados no Brasil, trazendo para o setor do tabaco esta incerteza quanto ao emprego e manutenção dos postos de trabalho junto às indústrias. “Parece que o governo não capta este clamor pelos empregos no setor do tabaco. Se discute muito o combate ao consumo do cigarro, porém, este combate feito pelo governo ocorre em cima das empresas legais, que recolhem impostos, que mantém empregos.”

O presidente da Fentifumo conta que o contingente de trabalhadores que perderam seus empregos com o fechamento das unidades pode ser baixo, no entanto, exibe um problema social, por meio do impacto que o encerramento das atividades em duas cidades gera. “São fornecedores, prestadores de serviço da Souza Cruz que ficam sem seus clientes. Além deles, estes trabalhadores que ora estão desempregados deixam de consumir no comércio. Tem todo entorno que é afetado com esta decisão”, alerta Baptista Júnior.

A Fentifumo preocupa-se com o comportamento do governo diante desta medida, ao não entender que uma das principais causas deste problema está ligada ao contrabando. “Até quando iremos olhar para esta situação, na qual estamos perdendo para o contrabando, que está aí, a olhos vistos, responsável por 53 e 57% do consumo do tabaco no Brasil é do contrabando. Isto não é a Fentifumo quem diz, é o Ibope. E o que o governo diz sobre isso, nada.”

O presidente da Fentifumo deverá permanecer, até o fim de semana em Santa Catarina, acompanhando o desfecho do encerramento das atividades da Souza Cruz nas cidades de Blumenau e Sombrio. “É uma vergonha que as nossas autoridades não consigam enxergar esta mazela causada pelo contrabando de cigarros neste país”, complementa.  

Empregos da indústria beneficiam 100 mil pessoas

Brasília – A Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo) esteve representada na audiência pública da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta quinta-feira, 8, em Brasília. Durante três minutos, o presidente da entidade, Gualter Baptista Júnior, defendeu o combate ao contrabando como meio de viabilizar a manutenção dos empregos na indústria.

“Considerando o número de empregos diretos – cerca de 40 mil trabalhadores na indústria do tabaco -, em todo o Brasil são 100 mil pessoas beneficiadas com estes postos de trabalho. A manutenção deles é muito importante”, disse o presidente da Fentifumo. Ele tratou do tema durante a audiência pública realizada pela Anvisa, em Brasília.

O presidente da Fentifumo destacou a importância do combate ao contrabando, questionando dados da agência. “Está se comemorando a redução do consumo de cigarro no Brasil, porém estes dados não são exatos. O consumo aumenta, especialmente dos produtos contrabandeados, os quais o governo não tem controle”, destaca.

De acordo com o presidente da federação, é necessário que o governo federal amplie a fiscalização para coibir o contrabando de cigarros no Brasil, ação vital para manutenção dos empregos na indústria legal. “Eu convido os participantes a conhecerem a família de um produtor de tabaco e de um trabalhador da indústria, para que entendam a importância da cadeia produtiva para a economia e para geração de empregos”, reforçou o presidente da Fentifumo.

A audiência da Anvisa ocorreu nesta quinta-feira, em Brasília, para discutir a liberação dos cigarros eletrônicos no Brasil. Assim como as demais entidades que defendem a cadeia produtiva do tabaco, a Fentifumo esteve representada no evento. Uma nova audiência pública deverá ser realizada no próximo dia 27, em Brasília, novamente.

Fentifumo participa de audiência na Casa Civil

Brasília – A Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Fumo e Afins (Fentifumo), participou nesta quinta-feira, 8, de uma audiência no gabinete do ministro-chefe da Casa Civil, Onix Lorenzoni. O encontro foi orquestrado pelo deputado federal Marcelo Moraes, como forma de sensibilizar o governo federal às restrições à cadeia produtiva do tabaco, assim como os riscos que o contrabando imprime à atividade legal da indústria brasileira e o reflexo destas ações na redução de postos de trabalho na cadeia produtiva.

De acordo com o presidente da Fentifumo, Gualter Baptista Júnior, o encontro com o ministro Onix Lorenzoni serve para apresentar as dificuldades que o setor, acentuadas pelas constantes sanções de decretos e normas restritivas ao consumo de derivados de tabaco, prejudicando toda a cadeia produtiva. “Pedimos que a Casa Civil seja solidária a cadeia produtiva do tabaco, em meio a todas as perseguições sofridas por empresas legalmente constituídas. Não queremos que os trabalhadores da indústria engrossem esta triste estatística do Brasil, que tem 13 milhões de desempregados”, frisa o presidente.

De acordo com o presidente da Fentifumo, cada vez que o governo federal edita algum tipo de restrição a produção de tabaco, acaba fortalecendo o mercado ilegal e enfraquecendo mais ainda a cadeia produtiva legalmente organizada. “Apresentamos a ele esta nossa preocupação com todas as restrições e projetos, que refletem nas empresas e geram riscos aos empregos e a economia do tabaco.”

A reunião foi marcada horas antes da audiência pública, realizada pela Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa), para discutir a liberação do cigarro eletrônico no Brasil. “Após apresentarmos estas demandas do setor, para sensibilizar o governo sobre as perdas de postos de trabalho, formos para audiência da Anvisa”, complementa o presidente da Fentifumo. Segundo o presidente, o ministro Onix Lorenzoni demonstrou preocupação com a mobilização da cadeia produtiva, sensível a pauta apresentada por entidades do tabaco.

Além do deputado Marcelo Moraes e dos deputados Alceu Moreia e Heitor Schuh, o senador Luiz Carlos Heinze participou da audiência na Casa Civil. Representando a cadeia produtiva, ao lado da Fentifumo estavam o presidente da Câmara Setorial do Tabaco, Romeu Schneider, do tesoureiro da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco), Giovane Wickert, o presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Benício Werner e o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo), Carlos Galant. Ainda na comitiva, o vereador de Santa Cruz do Sul, Mathias Bertrand também participou da agenda na Casa Civil.

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Fentifumo segue em busca de apoio ao setor de tabaco

Brasília – O presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo), Gualter Baptista Júnior segue em agenda em Brasília, na busca de apoio ao setor produtivo do tabaco. Nesta quinta e sexta-feira, ocorrerão reuniões nos gabinetes de deputados federais, para apresentação da pauta da entidade, que luta pela manutenção dos empregos nas indústrias do segmento.

“O recesso parlamentar termina na segunda-feira, no entanto, os gabinetes que estamos visitando, têm assessores e é com eles que estamos agendando reuniões e futuros encontros”, destaca. Conforme o presidente da Fentifumo, a intenção é mobilizar deputados que são sensíveis à causa do tabaco, para manutenção de emprego e renda na cadeia. “Notamos a perda de postos de trabalho nas indústrias do tabaco, e esta perda é reflexo de todas as restrições impostas à produção, comercialização e consumo de cigarros no Brasil.”

O presidente da federação foi a Brasília para representar os trabalhadores do setor na reunião ordinária da Câmara Setorial do Tabaco. O órgão que é vinculado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), tem papel consultivo nas decisões do Mapa e do próprio governo federal. A reunião ocorreu nesta quarta-feira. “Foi uma agenda muito positiva, existem várias pautas em discussão, as principais estão relacionados ao combate ao contrabando, que é um dos responsáveis pela redução de contratações na indústria.”

O presidente acrescenta que o segundo tema diz respeito ao projeto de lei 769/2015, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), que, segundo ele, impõe sérias dificuldades para a continuidade da atividade produtiva de tabaco no Brasil. “Esta medida prejudica as empresas legalmente constituídas e a cadeia produtiva como um todo.”

A próxima reunião da Câmara Setorial do Tabaco – a última de 2019 -, está marcada para o mês de outubro, e será realizada na Bahia. O estado é um dos maiores produtores de charutos no pais. “Será uma oportunidade de conferirmos também como se organiza a produção e a indústria baianas”, complementa o presidente da Fentifumo.